TCE-PR convida vereadores para ciclo de capacitação em Curitiba
Presidente do TCE-PR, Ivens Linhares convidou gestores públicos e vereadores para atividades do tribunal. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) retomou os trabalhos em plenário nesta segunda-feira (2), às 9h, em solenidade conduzida pelo presidente Tico Kuzma (PSD). Por tradição, a sessão de abertura do período legislativo não teve votações, com a pauta de projetos e requerimentos prevista para ser retomada na terça-feira (3).
Entre as autoridades presentes, a cerimônia contou com a participação do prefeito Eduardo Pimentel e de representantes de instituições estaduais, incluindo o conselheiro Ivens Linhares, presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que falou aos vereadores e fez um convite para um ciclo de capacitações do TCE-PR.
Orientação e troca com municípios
Em seu pronunciamento, Linhares disse que, além de fiscalizar o gasto público, o tribunal tem a missão de “orientar” e de “promover o debate” com gestores e servidores, ressaltando a troca de experiências como parte do trabalho de controle. A fala destacou que a atual gestão tem foco nos 399 municípios paranaenses, com ações voltadas à capacitação técnica.
O presidente do TCE-PR também apontou que esse diálogo permite ao órgão “aprender com a realidade vivenciada pelos gestores públicos”, conectando a fiscalização ao aprimoramento das políticas e rotinas administrativas nos municípios.
Cursos do TCE-PR começam em 25 e 26/2
Linhares convidou vereadores e servidores municipais para a nova rodada de encontros regionais do TCE-PR, com início “logo depois do carnaval”, nos dias 25 e 26 de fevereiro, em Curitiba, e mais sete edições em outras regiões do Paraná. Segundo ele, a programação prevê troca de experiências e conteúdos ligados a avaliação de políticas públicas (como o Progov), além de temas como meio ambiente e defesas civis.
O pronunciamento adiantou ainda módulos sobre reforma tributária, planejamento e PPA, e um segundo dia dedicado às funções do Legislativo — não apenas a função legislativa, mas também as atribuições de fiscalização e julgamento, dentro de um programa que o tribunal pretende aprofundar em 2026.
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