{"provider_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br", "title": "Entra em vigor lei que pro\u00edbe celular em banco ", "html": "<div align=\"justify\"><span>A lei que pro\u00edbe o uso de telefone celular em ag\u00eancias banc\u00e1rias de Curitiba entra em vigor nesta quarta-feira (15), 90 dias ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o em Di\u00e1rio Oficial. A proposta \u00e9 do primeiro vice-presidente da C\u00e2mara Municipal, Tito Zeglin (PDT). <br />A nova legisla\u00e7\u00e3o determina que o infrator fica sujeito \u00e0 apreens\u00e3o do equipamento, que ser\u00e1 devolvido somente na sa\u00edda. Tamb\u00e9m poder\u00e1 ser solicitado apoio policial no caso daqueles que n\u00e3o cumprirem a norma. A proibi\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser informada atrav\u00e9s de placas ou cartazes afixados em locais vis\u00edveis, com a seguinte frase: \u201c\u00c9 proibida a utiliza\u00e7\u00e3o de telefone celular ou equipamento similar no interior deste estabelecimento, ficando o infrator sujeito \u00e0 ocorr\u00eancia policial\u201d. <br />Zeglin diz que a lei tem como objetivo coibir a ocorr\u00eancia de assaltos na sa\u00edda das ag\u00eancias, crime conhecido como saidinha de banco. \u201cQueremos impedir a troca de informa\u00e7\u00f5es entre olheiros e criminosos sobre os saques efetuados\u201d, explicou.<br /><strong>Mais seguran\u00e7a</strong><br />\u201cAs diferentes formas encontradas pelos marginais para agir nas ag\u00eancias banc\u00e1rias contra o cidad\u00e3o for\u00e7a o surgimento deste tipo de provid\u00eancia, muitas vezes extrema, para oferecer mais seguran\u00e7a\u201d, afirma o parlamentar. Zeglin avalia que somente as portas detectoras de metais existentes e a vigil\u00e2ncia n\u00e3o impedem que criminosos entrem em ag\u00eancias banc\u00e1rias e observem a movimenta\u00e7\u00e3o dos clientes para encontrarem potenciais v\u00edtimas. \u201cEsta situa\u00e7\u00e3o se intensifica nos primeiros dias do m\u00eas, quando o movimento \u00e9 maior\u201d, acrescenta. <br />O primeiro vice-presidente da C\u00e2mara recorreu aos dispositivos constitucionais de autonomia municipal para leis como esta, rebatendo cr\u00edticas quanto \u00e0 interfer\u00eancia na independ\u00eancia banc\u00e1ria. H\u00e1 que se analisar, primeiramente, diz, que \u201cestamos legislando em favor da seguran\u00e7a da comunidade, daqueles que utilizam as ag\u00eancias banc\u00e1rias e s\u00e3o v\u00edtimas de viol\u00eancia. Cabe a n\u00f3s, como representantes da sociedade, assegurar normas para o respeito individual e a seguran\u00e7a coletiva e tamb\u00e9m para que os \u00f3rg\u00e3os policiais possam exercer com maior propriedade o seu of\u00edcio.\u201d <br />Zeglin afirmou que \u201ctudo aquilo que for de interesse local e coletivo deve estar acima do interesse exclusivo. Devemos considerar que \u00e9 no munic\u00edpio que os tributos s\u00e3o contabilizados, na mesma import\u00e2ncia do desenvolvimento econ\u00f4mico de cada rede banc\u00e1ria, sendo, mais uma vez, o interesse coletivo a preponderar, porque est\u00e1 de acordo com os princ\u00edpios e disposi\u00e7\u00f5es constitucionais.\u201d</span></div>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br/author/assessoria.comunicacao", "provider_name": "Portal da C\u00e2mara Municipal de Curitiba", "type": "rich"}