{"provider_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br", "title": "Comiss\u00e3o de Urbanismo soluciona problemas ", "html": "<div align=\"justify\"><span>Solu\u00e7\u00f5es de problemas envolvendo a comunidade foram encontradas na Comiss\u00e3o de Urbanismo e Obras P\u00fablicas da C\u00e2mara de Curitiba. Dentre as quest\u00f5es resolvidas nas 14 reuni\u00f5es e uma audi\u00eancia realizadas durante o ano, merecem destaque o acordo firmado entre a Am\u00e9rica Latina Log\u00edstica (ALL) e moradores do Tatuquara e a regulamenta\u00e7\u00e3o da lei para instala\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o de aquecedores a g\u00e1s nos pr\u00e9dios da cidade.<br />Moradores da Rua Bertolo Pelanda, no Tatuquara, buscaram no gabinete de trabalho da vereadora Roseli Isidoro (PT), presidente da Comiss\u00e3o, a solu\u00e7\u00e3o para o problema criado pela ALL, que construiu ramal secund\u00e1rio da linha f\u00e9rrea naquela via. A obra deixou a comunidade ilhada, impedindo a entrada e sa\u00edda de suas casas. \"Quando o trem parava naquela regi\u00e3o, era imposs\u00edvel transpor a via\", comenta a parlamentar, lembrando que n\u00e3o foram poucas as vezes em que os moradores pulavam os vag\u00f5es para poder, por exemplo, chegar em casa. Depois de uma s\u00e9rie de reuni\u00f5es, com a discuss\u00e3o de alternativas para garantir o livre acesso de todos, a vereadora conseguiu o acordo: a constru\u00e7\u00e3o de\u00a0 viaduto na Bortolo Pelanda, ligando a rua de um lado ao outro. A obra, estimada em R$ 354 mil (R$ 51 mil de indeniza\u00e7\u00e3o), est\u00e1 prevista para iniciar neste ano, com prazo de conclus\u00e3o em 60 dias.<br /><strong>Op\u00e7\u00f5es</strong><br />Esta foi a terceira op\u00e7\u00e3o discutida. Outras duas previam a constru\u00e7\u00e3o de viadutos, mas, por problemas t\u00e9cnicos, foram recusadas. A primeira proposta foi rejeitada porque a empresa contava com a contrapartida da Prefeitura na constru\u00e7\u00e3o. Roseli Isidoro, entretanto, apontou a impossibilidade, porque a obra n\u00e3o constava no Or\u00e7amento municipal. Outra sugest\u00e3o, tamb\u00e9m de constru\u00e7\u00e3o de viaduto, n\u00e3o foi aceita porque o equipamento tiraria o tra\u00e7ado original da rua e, como conseq\u00fc\u00eancia, haveria risco de acidentes. Ao obter o acordo, a vereadora disse que \"a Comiss\u00e3o defendeu os interesses dos mun\u00edcipes\".<br /><strong>G\u00e1s</strong><br />Durante o inverno, a cidade registrou uma s\u00e9rie de acidentes com g\u00e1s. Jovens morreram asfixiados pelo g\u00e1s do sistema de aquecimento do chuveiro. A instala\u00e7\u00e3o inadequada do equipamento resultou at\u00e9 na explos\u00e3o do sistema de tubula\u00e7\u00e3o de um pr\u00e9dio. Preocupados com o aumento das v\u00edtimas, os integrantes da Comiss\u00e3o convidaram o secret\u00e1rio de Urbanismo, Luiz Fernando Jamur, para discutir a necessidade de priorizar a regulamenta\u00e7\u00e3o do certificado de vistoria de seguran\u00e7a nas edifica\u00e7\u00f5es. \"O certificado\", explica Roseli Isidoro, \"\u00e9 um documento expedido pela Prefeitura de Curitiba, que confirma se a edifica\u00e7\u00e3o est\u00e1 de acordo com as normas t\u00e9cnicas e demais legisla\u00e7\u00f5es, seja no aspecto de projeto e execu\u00e7\u00e3o ou conserva\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o\". Mas a lei que prev\u00ea a emiss\u00e3o dos certificados necessita de regulamenta\u00e7\u00e3o. Diante disso, a Prefeitura n\u00e3o estaria liberando o documento. <br /><strong>Acidentes</strong><br />Roseli Isidoro, ent\u00e3o, comandou as discuss\u00f5es, apontando a necessidade de ado\u00e7\u00e3o de medidas urgentes para evitar novos acidentes com mortes. Na \u00e9poca, a vereadora teve conhecimento de dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico apontando diversos processos envolvendo morte de empregadas dom\u00e9sticas relacionados ao vazamento de g\u00e1s. A maioria dos problemas estaria no vazamento de g\u00e1s nos pr\u00e9dios com defici\u00eancia de projeto, aparelhos instalados por empresas que n\u00e3o seguem as normas e falta de informa\u00e7\u00f5es dos efeitos do mon\u00f3xido de carbono. Numa das reuni\u00f5es para discutir o assunto, Pedro Guimar\u00e3es, da Associa\u00e7\u00e3o de Instaladores de Aquecedores a G\u00e1s, comentou que 90% dos aquecedores na cidade s\u00e3o instalados sem o cumprimento das normas t\u00e9cnicas de seguran\u00e7a.<br />Ao final, o documento foi regulamentado pelo prefeito Beto Richa. Agora, s\u00f3 falta pessoal capacitado para instalar os equipamentos nos pr\u00e9dios e refor\u00e7ar a equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o.</span></div>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br/author/assessoria.comunicacao", "provider_name": "Portal da C\u00e2mara Municipal de Curitiba", "type": "rich"}