{"provider_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br", "title": "C\u00e2mara aprova reajuste ao funcionalismo ", "html": "<div align=\"justify\"><span>Reajuste salarial\u00a0 de 6% para os servidores p\u00fablicos\u00a0 de Curitiba\u00a0 que passa a vigorar, j\u00e1 a partir deste m\u00eas, foi aprovado pela C\u00e2mara Municipal, em\u00a0 duas sess\u00f5es plen\u00e1rias\u00a0 desta semana. No primeiro turno (ter\u00e7a-feira,11) foram mais de quatro horas de discuss\u00e3o entre as bancadas partid\u00e1rias. Prevaleceu o projeto original do prefeito Beto Richa que rep\u00f5e, segundo c\u00e1lculos da secretaria municipal de Finan\u00e7as, a infla\u00e7\u00e3o de 4,63%, medida\u00a0 pelo INPC, \u00cdndice\u00a0 Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor, do IBGE. <br /> O reajuste ser\u00e1 pago em uma parcela \u00fanica, com ganho real de 1,37 ponto percentual, representando\u00a0 uma despesa mensal de R$ 65,850 milh\u00f5es. <br /> <strong>Emendas</strong><br /> As tr\u00eas emendas (duas propostas pela bancada do PT e uma por diversos vereadores) foram rejeitadas com maioria de votos nominais. A bancada do PT defendeu\u00a0 zerar as perdas salariais acumuladas desde 1999 e retroagir a data-base para 1\u00ba de mar\u00e7o. J\u00e1 a bancada independente prop\u00f4s um \u00edndice de 8%. <br /> A bancada de apoio ao prefeito Beto Richa, liderada pelo vereador Mario Celso Cunha (PSDB), no entanto, preferiu assegurar\u00a0 governabilidade\u00a0 ao executivo, \u201csem comprometer\u00a0 a capacidade or\u00e7ament\u00e1ria\u201d, explicou Cunha. Assim votaram pelo projeto original, rejeitando as emendas. <br /> A primeira discuss\u00e3o da mat\u00e9ria foi acompanhada pelos secret\u00e1rios municipais de Finan\u00e7as, Luiz Eduardo Sebastiani; Recursos Humanos, Arnaldo Bertone e de Governo, Maur\u00edcio S\u00e1 de Ferrante.\u00a0 Nas galerias alguns servidores e a\u00a0 assist\u00eancia de dois sindicatos da categoria: Sismuc e Sismac. <br /> <strong>Responsabilidade </strong><br /> Mario Celso Cunha, que ocupou diversas vezes a tribuna do Legislativo,\u00a0 para defender a proposta original, reconheceu que emendas tinham \u201cl\u00f3gica\u201d; por\u00e9m, n\u00e3o poderiam ser aceitas, pois, \u201cinviabilizariam a capacidade or\u00e7ament\u00e1ria do munic\u00edpio, que est\u00e1 dentro das leis fiscais\u201d. Afirmou tamb\u00e9m,\u00a0 que \u201ca Prefeitura n\u00e3o est\u00e1 discutindo a perda de 18,8% (apresentada pelos sindicatos), porque o assunto est\u00e1 sendo questionado na Justi\u00e7a\u201d. <br /> Para o l\u00edder, \u201ca atual administra\u00e7\u00e3o est\u00e1 repondo as perdas\u00a0 salariais dos \u00faltimos doze meses, que est\u00e1 dentro da responsabilidade fiscal assumida pelo prefeito Beto Richa\u201d. <br /> O vereador Paulo Frote l\u00edder da bancada do PSDB (partido do prefeito), tamb\u00e9m foi \u00e0 tribuna ponderar sobre o impacto do reajuste. Lembrou que o \u00edndice de 6% est\u00e1 sendo feito de uma s\u00f3 vez, o que favorece os servidores. \u201cAntes era parcelado e se dilu\u00eda, n\u00e3o repondo a perda real do funcionalismo\u201d. Para Celso Torquato (PSDB), presidente da Comiss\u00e3o de Legisla\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a, \u201c a base de apoio tamb\u00e9m gostaria\u00a0 de conceder um reajuste de 10%, mas, a proposta \u00e9 invi\u00e1vel, sob pena de ingessar a gest\u00e3o Richa\u201d.<br /> </span></div>\r\n<p>\u00a0</p>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.curitiba.pr.leg.br/author/assessoria.comunicacao", "provider_name": "Portal da C\u00e2mara Municipal de Curitiba", "type": "rich"}